Novembro
4th 2008
Soninha 2012!

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Olha, que legal, ontem eu e o Euclides, um camarada da facu, fomos entrevistar a Soninha pra um trabalho cujo tema são a relevância da maioria dos projetos de lei apresentados pelos vereadores. Quando o trabalho estiver puronto, eu coloco o link… :P Mas valeu muito a pena ter pensado na Soninha pra fazer uma coisa autêntica, de qualidade. Ela não é hipócrita, fala a real mesmo, sem ensaio… Ela fala com tanta propriedade de São Paulo e dos fatos que impedem a cidade de ser melhor e mais justa que dá até medo. O fato de que a imprensa a procure só pra falar sobre o que pode render ibope, distorcendo idéias e não dando espaço pro que realmente é interessante mostrar na grande mídia foi abordado. Aliás, uma coisa muito interessante é o termo ampla divulgação na mídia. O que isso significa? Um exemplo cruel (créu): o caso Eloá. Aquilo foi um GRANDE exemplo de AMPLA divulgação na mídia. Vocês sabiam que, na lei, um Projeto de Lei que é submetido à votação pelos vereadores tem de, obrigatoriamente, ser amplamente divulgado pela mídia? Isso não acontece por que a mídia não procura os vereadores que disputam a apresentação de seus projetos de maneira trapaceira, valorizando mais a autoria do projeto do que sua relevância para a sociedade. A mídia não divulga amplamente os projetos, nem ao menos os cita, o povo não sabe de nada. Mas, enfim, quando o trabalho estiver pronto eu coloco um link aqui, só sei que a Soninha me conquistou e ao Euclides, a gente saiu de lá super feliz por tê-la conhecido de perto e ouvido de sua boca que vai concorrer de novo à prefeitura em 2012 (eu já comecei a fazer campanha, tá vendo?). Não parece que ela quer o poder só pelo poder, mas por saber que é com o poder que ela vai poder combater a maneira sem vergonha de se fazer política aqui em Sao Paulo, quem sabe no Brasil, um dia.. O site da Soninha, muuuuito informativo sobre suas ações, compromissos e ideologia, vale a pena ser acessado, vou linkar e acompanhar. É bom saber que nem todos os políticos são uns filhos da puta, pra variar…

Música pra hoje: Oh me - Nirvana

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Outubro
25th 2008
Queixadinha

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Ah, eu também resolvi dar uma queixadinha por que sou uma mulher latino-americana que também sabe se lamentar… Duas coisas que me irritam ultimamente: o jornalismo sensacionalista e as “dinâmicas” de grupo. O primeiro me deprime, a liberdade de imprensa está indo longe demais, deixou de ser liberdade para ser libertinagem. Informar a sociedade significa dar notícias que sejam relevantes para a maioria, que sejam realmente de interesse social, no meu ponto de vista que parece o de uma autista cega… O caso Isabela Nardoni e mais recentemente o caso Eloá são evidências claras de como desviar a atenção pública para a tragédia particular, fazendo-os nem prestar atenção em notícias sobre política e economia, você viu mais alguma notícia sobre a guerra das polícias em São Paulo? Claro que não… É muito mais fácil dominar e subjugar uma sociedade massificada e estúpida. O dinheiro que pagou os carros, bombas, armas e fardas que usaram no “protesto” saiu do nosso bolso, mas era mais importante saber do drama doméstico de uma menina que poderia ter saído viva se a imprensa não tivesse se metido… Quando eu pensava que o jornalismo que cobre a vida de celebridades instantâneas fosse o fundo do poço, ele consegue se superar e fazer pior. Numa boa, valeria censura de horário pra violência no telejornal, não sei se meu filho ficou traumatizado ao ver uma menina que tentou salvar uma amiga aparecer com um tiro na cara, ao vivo, numa tarde de primavera…

As malditas dinâmicas. Sou do tipo que puxa papo, uma mala. E quando participo de alguma entrevista de emprego, acabo ficando amiguinha dos concorrentes, afinal estamos todos ali no mesmo barco furado. Estamos ali para mentir, basicamente. Não entendo a utilidade de se contratar uma empresa de RH externa. Se o cara, o chefe, precisa de funcionários, ele sabe que tipo precisa. Ok, o próximo passo seria listar quais requisitos os candidatos devem preencher para concorrer à vaga. Uma secretária é capaz de separar os currículos que correspondem aos requisitos. No final, grande parte da entrevista vai por água abaixo, pois o chefe vai entrevistar os que mais se aproximaram das exigências que podem ser comprovadas (currículo) e vai escolher aquele que ele gostar mais. Isso mesmo: gostar. O sujeito pode ser o mais qualificado que existe, se o contratante não gostar da cara dele, já era. Por que, então, torturar o candidato com tantas etapas? E obrigá-lo a mentir, pois ninguém vai falar a real quando a pergunta é “Quais são seus defeitos?” e a resposta certa vale um salário de quatro dígitos… Quem teria coragem de admitir nessa situação que seu pior defeito é ser muuuuuito preguiçoso? Ou ser rabugento? Ninguém responderia “Quais são suas melhores qualidades?” algo do tipo “Sou gostosa e isso vai facilitar muito as coisas na sua empresa”? Ou quase ninguém, acho… Os defeitos e qualidades reais ficam implícitas ou ocultas, não interessam na sua vida profissional, não nesse mundo máquina, onde tudo é produto, desde tragédia familiar até mão de obra…

Toca Raul! Eu também vou reclamar - Raul Seixas

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Setembro
16th 2008
Propriedade

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É minha propriedade, falar sobre o que sei, o que vejo, o que penso. Mais egocêntrico, impossível. Mais justo também é impossível. Sabe, aquela piada infame: “Copiar algo  de uma pessoa é plágio, de várias é tese”. Nunca me senti confortável com trabalhos em que tinha de analisar os pensamentos de pessoas de outras épocas, outros lugares. Pessoas não são tão iguais, o ambiente é fundamental para uma análise justa. E aí que a coisa pega, analisar uma obra fora de seu ambiente, de sua atmosfera geral, é leviano e digo mais: vulgar. Claro, o dom da criação é divino e nem todos acreditam possuí-lo, mas é mais interessante ter propriedade pra criticar se não há coragem pra criar.

Tampouco acho que esse pensamento seja novo, mas tenho propriedade pra falar do que vejo, do que aprendo nesse meu tempo, sobre as pessoas que acredito conhecer. Fico fula quando uma pessoa velha fala mal da juventude de hoje, pois acredito que suas análises não possuem propriedade, apenas a experiência da distante juventude que viveram, outro tempo. Acho que arte também não poderia ser criticada sem haver antes uma mente realmente aberta para o conceito de que expressão é tudo e tudo pode ser expresso, mesmo que o conceito não agrade e, algumas vezes, a intenção é essa.

O jornalismo… Putz, não consigo me livrar do idealismo egocêntrico, que me dá síndrome de Lara Croft e me faz querer revirar tumbas da podreira que sei que rola em tanto lugar, aqui perto, ali na esquina, “gente fina” - meu advogado jura… Não consigo parar de pensar em propriedade ao escrever, poderia fazer uma lista enorme e tão presunçosa quanto eu de tudo que acredito ter propriedade pra escrever a respeito. Ou não… A inconstância é mãe da minha imaginação e da insegurança em meus próprios talentos. Mas, tudo bem… Se eu não conseguir dominar o mundo com uma revolução hedonista, posso fazer uma tese sobre isso.

Música oferecida com demência: Come out and play - The Offspring

E uma linda imagem do meu fim de semana, meus dois amores mais lindos:

Americo e Thomas

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Agosto
22nd 2008
Escreve aí

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Tanta gente que odeia escrever me fala: “Ai, eu queria tanto ter esse seu ‘talento’, mas eu não sei escrever”. E eu sei? Acredito que todo mundo sabe. Ei!!! Isso aqui, esse blog, é mais pra mim do que pra você, sabia? É um grande exercício de autoconhecimento e superação. Escrever alivia grandes probabilidades de desvios psicológicos na minha conduta quase imaculada. Duuuh! Fico em dúvida se consegui desvendar um grande mistério da humanidade: escrever. Se você pensa e sabe ler, então, você é capaz de escrever. Não requer um árduo treinamento ninja pra se colocar em palavras o que acontece na imaginação. Se as pessoas tentassem escrever o que sentem e guardassem esses textos, teriam material de sobra pra perceber a própria inconstância, burrice, fragilidade e comédia.

Seria bem legal ser lida não fosse pelos que não conseguem acompanhar o raciocínio selvagem das minhas palavras, não fosse o julgamento ao qual sou submetida pelos que nem imaginação têm, não fosse o mal-entendido que qualquer expressão pode desencadear. Seria incrível ganhar dinheiro pela minha grafomania, mas se eu fosse publicada acredito que receberia um prêmio pelo maior “Worst Seller” da história, perdão pela falta de modéstia, mas realmente não creio que alguém pagaria pra ler tanta bobagem. E quando me perguntam se não tenho interesse em publicar, digo que já está publicado na web. E eu acredito na web, gosto dessa liberdade que tenho aqui, gosto de saber que quem lê esse texto encontra o que eu realmente escrevi, sem edição, sem palpites e quase sem noção da própria força.

Escreve aí, cara! Coloca em palavras seus pensametos e leia. Não se surpreenda se começar a discordar de si mesmo assim que começar a se enxergar, ou ainda, se escrevendo você se atenha mais aos detalhes, coisas que passaram despercebidas, ou ainda, o quanto você não se conhece. “Conhece-te a ti mesmo”, socrático, básico, patético. Há quem resmungue que olhar pra dentro é pequeno, limitado. E, graças aos Deuses, há quem acredite que é fundamental se saber antes de fuçar a vida alheia. Somos nossas melhores referências, e somos as únicas que teremos de tolerar até o fim…

Música pra essa filosofia de boteco digna de “fried day”: Dostoievski - Wandi Doratiotto

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Junho
9th 2008
O Amor… (2)

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Agora vou falar do amor romântico, por que amor próprio é básico, e não é tão interessante quanto o amor que inspira poemas, loucuras e lindas histórias com finais felizes. Esse amor também vale muito a pena e ajuda a manter a forma. É um amor que requer: disposição física*, boa vontade*, paciência*, paixão*. Não sei explicar em que ordem, mas vou explicar porque só precisa isso…

*Disposição física é fundamental pro amor. É muito horrível amar e/ou ser alguém que não se cuida, que vive cansado, caindo pelas tabelas, dormindo em qualquer tempo livre, que só dá rapidinhas… Uma pessoa que tem disposição física pra amar é, com certeza, um amante melhor. Se sua vida não lhe permite ter disposição, mude de vida… Como? Só sei sobre a minha, que sempre mudei quando quis… Inclusive estas palavras são baseadas apenas no meu profundo conhecimento sobre a minha própria vida. Mudar de vida é só querer, é mandar umas pessoas pra uns lugares, ir você mesmo pra outros.´Putz, pra mim sempre foi muito fácil fazer isso, mas nem sempre saí ilesa…

*Boa vontade é excelente quando nos deparamos com a limitação alheia. É legal ter sempre em mente que amar alguém não faz do alvo de seus sentimentos um ser perfeito, assim como você também não o é. Ter boa vontade com as imperfeições, não ser deselegante quando estiver de saco cheio, não descontar problemas de outros departamentos sentimentais nesse seu romance, não ser sempre um folgado(a), e quando algo lhe for pedido, ouça com carinho. Poxa, ter boa vontade é muito fácil. Na minha humilde opinião, boa vontade só pode ser superada (mas por que não, complementada?) pelo bom humor…

*Paciência é o complemento, ou a chave para a boa vontade, mas é diferente num aspecto. Ter boa vontade é ativo, paciência é passiva. Ser paciente é quase dominar o poder de ter tranqüilidade para aceitar o que não pode ser mudado. E, não vale a pena querer mudar outra pessoa. Claro, quando se trata de uma pessoa muito down, do tipo que inspira dó por se autodestruir, às vezes sentimos um instinto de proteção, e acabamos nos envolvendo pra ajudar. Já vi acontecer algumas vezes da pessoa mudar, melhorar e perder totalmente a graça… Ter paciência no amor é não querer mudar o outro. É também aceitar que não se pode estar certo sobre tudo, ninguém é dono da verdade. Paciência é ser flexível, é ceder algumas vezes, é argumentar sobre sua opinião sem tentar enfiá-la goela abaixo do seu interlocutor.

*Paixão é tudo no amor romântico. Numa boa, romance sem vermelho é que nem sede, fome e dor, tudo ao mesmo tempo. Nada mata mais o amor que olhar o ser amado e sentir que não tem vontade de beijá-lo a todo momento, abraçá-lo antes de dormir, não estar com mais ninguém no universo além dele. Quando a paixão vai embora, nem faz mais sentido amar… Amar com paixão é uma delícia, ser correspondido num amor assim, na mesma intensidade, faz a vida ter sentido, o mundo ser belo, o céu mais azul e as flores sorrirem. Ser amado com paixão é o que todo mundo quer, eu acho. Se é dando que se recebe…

Tomara que eu leia tudo isso daqui uns tempos e ache que não estava tão errada. Vai significar que deu certo essa teoria! E aí, vou escrever um complemento chamado: O amor (3) - Como não enlouquecer com a felicidade…

Trilha de hoje? Hum… My Girl - The Tempatations

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Junho
7th 2008
O Amor…

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Dia dos namorados chegando, deu vontade de escrever sobre esse tema tão universal. O amor, o maior de todos, tem de ser o amor próprio. Parece clichê, mas quem não se ama não é capaz de amar outra pessoa, apenas atribui ao outro a função de fazer-lhe feliz. Não ame alguém que já não é feliz por si só. Essa pessoa não será capaz de te amar também. E amor é sublime. Já amei muito, dei muito do meu amor próprio, e me decepcionei tanto… Nem sei quantas vezes senti o nó na garganta causado pela desilusão. Talvez seja um carma, terminar relações fadadas ao fracasso, por que só uma parte sabia se amar… Mas tudo valeu a pena, pelo menos pela experiência.

Se você ama alguém que não se ama, sinto muito. Se você não se ama, sinto mais ainda… Quem não é feliz consigo mesmo, não é feliz com mais ninguém. E os começos sempre são felizes, as pessoas mostram o melhor de si, muitas vezes esquecem que o melhor de si é fingimento, é apenas vontade de ser tão bom, é apenas a empolgação. Quem não se mostra de verdade, não ama o próprio estilo e sempre acaba decepcionando o outro quando a máscara cai. As máscaras sempre caem, é uma simples questão de tempo. Tem até uma piadinha bem realista: “Quer conhecer quem é realmente seu namorado? Case-se com ele. Quer saber quem é realmente seu marido? Divorcie-se.” Eu já vi isso acontecer duas vezes, e foi bem podre.

É admirável, mas muito raro, encontrar pessoas que sabem amar. Essas sabem o que querem, vão atrás sem medo, esperam quando é preciso, mas não se desviam e nem perdem tempo com quem não é seu amor. Encontrar uma pessoa dessas pode ser prejudicial à saúde de quem não se ama, pois ficam fascinadas e encantadas com a personalidade linda que essas pessoas têm, acabam por apaixonar-se e, sem ter amor próprio, camuflam essa deficiência, conseguem atenção e até aproximação, mas depois são descartados quando a verdade aparece.

É muito lindo amar e ser amado, mas não é nada bonito esperar outra pessoa pra te fazer feliz. Ser feliz não é o destino, mas a jornada…

Trilha sonora de hoje: Holding on to you - Terence Trent D’arby

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Janeiro
28th 2008
Verdade

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“O fato de ninguém entender o que você faz não te torna um artista!”

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Janeiro
2nd 2008
Catarse

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Dezembro
14th 2007
Cabulando a vida

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O conceito é o mesmo de cabular aula. Mas você finge que vai sair e viver e, na verdade, para em algum outro lugar para fugir da responsabilidade. Acho que começamos a cabular vida quando ela está previsível demais. Por isso mudar é fundamental. Há quem encare as mudanças como derrotas e esses sofrem muito mais  do que quem  as  considera  oportunidades.

Às vezes é fundamental cabular certos aspectos da vida. É fundamental fugir da estupidez alheia, da opinião que não se pediu, dos conselhos que se intrometem. Primordial, também, é cabular os relacionamentos com pessoas que te subestimam. Evitar a fadiga é um grande lema quando se trata de lidar com a ignorância e limitação do outro. E as pessoas tendem a achar que você não é capaz de fazer algo que elas mesmas não conseguiram.  Não se deixe apanhar pela inspeção dos incapazes. Você só não pode fazer o que não quer.

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Outubro
9th 2007
Acasalamento

Posted under É com a Lia

As pessoas parecem que só se preocupam com isso. A maioria, pelo menos. É irritante não achar graça em saber a vida íntima dos outros. As “amigas” sempre querem dar e receber esse tipo de detalhe. É irritante pensar: “Coitada, se ela não sabe eu é que não vou ensinar…”. Acho muito chato a vida girar em torno da vida sexual. Como se toda a vida fosse só um caminho, uma desculpa, uma fuga para o sexo. Sexo é legal, mas não é tabu pra mim. Acho que é isso que ainda seduz tanta gente, o fato de sexo ainda ser tabu. Os tempos mudaram, mas os preconceitos não. Mulher rodada ainda é considerada vagabunda até pelas próprias mulheres, a cumplicidade masculina prevalece tanto quanto a rivalidade feminina, homem bom é homem rico, etc. Tanta asneira antiga e que se repete sem parar. Uma pena é notar que só a tecnologia evolui em grande escala. A sociedade continua feudal.

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