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Pensa em alguém que é assunto. Oi!! Sou eu. E nem sempre é por opção, mas geralmente é algo que poderia ser evitado. Não que essa seja a intenção, mas é a conseqüencia de ser impulsiva, espontânea. Alguém que, de primeira, ou você ama ou detesta. E, pra ser otimista, eu considero que a proporção está em 50% pra cada. Gosto de ser otimista em relação à aceitação desse meu jeito cruel, afinal, eu penso que se todo mundo gostasse de mim, minha vida seria um inferno…
Meu grande defeito é não saber enfiar a língua dentro da boca quando o que vou falar vai ferir o orgulho alheio. Não sei se é por não saber usar de muito eufemismo, se é por ser direta e falar olhando nos olhos, se é por que estou dizendo o que estou dizendo, só sei que já causei várias situações pentelhas… E o pior é que nem sempre sou a única envolvida, algumas vezes tem um ‘bendito’ que me escuta com o ouvido que quer (ou o que é capaz ter) e sai repetindo, um disse-que-disse que não acaba, triste… Em geral, não engulo o que falo. Em geral, fico puta por não poder evitar que a limitação alheia em aceitar verdade cause maiores estragos. Ser vendaval pode ser legal, se aceitar o mal de não sofrer igual mortal, o que é normal…
Minha presunção, objetividade, franqueza, extroversão e beleza estúpida são espinhos. Se eu fosse um ser pensante e quieto tudo seria mais fácil. Seres pensantes causam reações quando se expressam, como se opinião fosse incomum e expressão, crime. Eu sei que falar tudo o que der na telha não é civilizado, é importante levar em conta o sentimento alheio e tals. E eu levo isso em consideração, sim. Se eu não levasse, seria espancada toda semana. A verdade dói, principalmente se quem a escuta for menor que quem a diz… Talvez a verdade incomode muito mais quem não faz nada pra mudá-la…
