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Era uma vez uma árvore de estrelas que morava na montanha mais alta, bem pertinho do céu. Quando era noite, e o céu estava limpo, ela jogava seus frutos pro ar. E eles enfeitavam a escuridão, brilhando com toda a força para competir com a luz do luar. Quando a noite acabava, e o Sol iluminava o dia, os frutos desapareciam do céu e a árvore preparava outros, para a próxima noite. E cada fruto que desaparecia com o dia deixava sementes de luz, que se transformavam em novas idéias para as pessoas que os tinham admirado durante a noite.
Adelino on 23 Mar 2008 at 9:42 am #
Lia, li muitas vezes o “Árvore de estrela”. Lindo. Eu fico feliz quando vejo que ainda existem pessoas com tamanha sensibilidade, que vêem nas coisas mais simples uma forma de dizer alguma coisa. São pessoas que meditam, pessoas que não são “óbvias”, são diferenciadas. Meus parabéns.
Feliz Páscoa, Lia.
Vinicius Costa on 24 Mar 2008 at 1:41 am #
Por acaso a sua Serissa te inspirou a escrever isso?
Gostei
Aliás, teria como você me mandar uma foto da sua Serissa?