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Putz, nem acredito que já faz um ano que meu filhote nasceu. É clichê dizer isso, mas parece que foi ontem que nós filmamos um dia lindo de sol escaldante para mostrar ao nosso bebê como o dia estava quando ele veio ao mundo. Foi tanto nervosismo, tanta expectativa. E ainda me dá um nó na garganta lembrar do som do primeiro choro dele. Ainda me dá vontade de chorar… Foi amor ao primeiro grito. E esse amor só aumenta. Faz imaginar o tamanho do amor da minha mãe por mim, após quase 27 anos… É, esse amor só cresce, mesmo.
Apesar de ser uma data trimportante, estou longe do meu bebê nesse momento. Acordamos cantando Parabéns pra ele, a super vovó (mi madre) veio visitar e tomar o café da manhã conosco, até rolou um estresse quando tentamos terminar o painel dos passos do primeiro ano. É uma obra de arte, mas a mania de organização e limpeza do meu querido marido estragou o trabalho de um ano… Mas tudo bem. A culpa foi minha, com certeza, como sempre.
Agora estou no trabalho, escrevendo e pensando em quanto eu queria estar com ele, em quanto ele merece só por ser assim, todo especial. Todo mundo vê como ele é carinhoso, atirado. O tipo de bebê que vai no colo de todo mundo, sorri pra todo mundo, manda beijo pra todo mundo. Abençoado. Bem humorado. Safado. Ele é minha vida e estou sofrendo com a culpa por não estar com ele hoje. Sábado será a festinha. Comemorar tanta alegria em um dia é pouco. Eu comemoro a cada dia e, apesar de tudo o que só eu sei que passei e ainda passo para que ele seja feliz, acredito que tenho mais para agradecer que para pedir.
Acredito estar plantando o melhor quando penso assim.