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É um ano novo, que dizem ser um ano ruim por ser bissexto, que dizem ser um ano de mudança por que 2+0+0+8 = 10 = 1 e 1 significa um novo começo. Para mim, é um novo começo de verdade. É o primeiro ano da minha vida em que vou à luta com uma missão maior do que prover meu próprio sustento. Agora, tenho uma razão de verdade para lutar: meu filho. E, exatamente por isso, minha coragem e força de vontade estão maiores do que nunca.
Agradeço ao sucesso que tenho, por que sou muito sortuda. Nada melhor do que a tranquilidade do anonimato, o caminho pela frente, a tarefa por realizar. Nada melhor que a incerteza do futuro, pois pode-se esperar sempre o melhor. E eu espero e acredito. Esse ano eu começo uma nova categoria neste humilde espaço: livros. Por ser leitora compulsiva, resolvi publicar umas resenhas dos livros que gostei. Os que não gostei, nunca terminei de ler e não vou me dar esse trabalho. Todo livro merece ser lido até a página 20. Se até a página 20 ou 30 o livro não me cativou, não perco meu tempo me forçando a terminar. Se me perguntam, respondo: Tentei ler e não gostei.
O primeiro post do ano, Catarse, não tem texto por que significa apenas isso. Uma catarse. Na verdade, escrevi só para registrar, para não esquecer. Uma catarse pode ser vista de duas maneiras: uma perda ou uma oportunidade. Como boa hedonista, escolhi a segunda opção e é isso aí. A categoria Livros começa com o primeiro lido esse ano: A menina que roubava livros.