November 30th, 2007
Milagre!!! Conseguir postar do meu próprio computador é um milagre. Os textos estão com um atraso considerável. Dizem que é o windows, mas acho que o wordpress é temperamental. Sabe quando vem uma idéia legal e você liga o computador com uma necessidade orgânica de soltar aquilo na web? Imagina ter essa necessidade frustrada por erro na página. Imagina que saco!
Bem, eu já esqueci as idéias, já fiquei sem inspiração e estou numa fase meio introspectiva. Para melhorar, sinto que as idéias nunca são tão boas quanto o que leio. Fico sempre pensando: “Puxa, eu nunca vou escrever tão bem assim!”. Senti inveja de um colega que afirmou não gostar muito de ler, que prefiria escrever. Achei que ele deve gozar de uma liberdade deliciosa por não se comparar com os grandes, por lidar apenas com suas letras e não se deixar influenciar. Mas eu sou viciada em leitura.
Nesse fim de semana foi meu aniversário e eu estava em Ubatuba, lendo “Quem matou Palomino Molero”, de Mario Vargas Llosa. É muita presunção eu querer comparar o que escrevo com o que ele fez, mas não sei como evitar.
November 20th, 2007
Hoje eu presenciei um desperdício boçal do investimento em segurança pública. Uma briga num posto de gasolina. Um gordélio e uns coitados. Chamamos a polícia, pois a briga poderia ficar feia. Sem exagero nenhum: 2 viaturas do GOE, 1 viatura do Garra, 1 viatura do DEIC, 2 viaturas da PM e mais duas unidades de polícia motoqueira. Só faltava helicóptero. Tudo bem, é a Vila Mariana… Aqui o contribuinte é de classe média. Eles têm que mostrar serviço. Como quando saem em comboio de mais de 5 viaturas com as luzinhas acesas, para que as pessoas pensem que eles estão patrulhando. Enquanto 5 viaturas ficam numa rua, 5 carros são roubados na rua de trás. E aí? É só pra gringo ver? Polícia deveria ser inteligência, agilidade, honra… Mas tenho até pena. Eu não me sujeitaria a levar um tiro por dinheiro nenhum do mundo. Eles o fazem por… por… Por que? Sei lá…
November 14th, 2007
Aconteceu da 11. Mas um problema com meu computador me impediu de escrever no dia. Bodas de papel. Um ano de casamento. Dois anos de namoro… E a paixão continua. Brigas, normal. Todo casal tem seus momentos de estresse. Mas somos muito companheiros. Ninguém, em toda minha vida, conseguiu me sacar tão bem, entender minhas entrelinhas, satisfazer meus desejos malucos, preencher meu espaço que, por opção ou medo de me decepcionar, era tão privado. Ele se aproximou, conquistou, ocupou e transformou. Eu sou outra pessoa. Agora posso pensar em mim em antes dele e depois dele. E eu o amo demais. Amo suas gordurinhas, seu ronco, sua mania de ordem, seu bafo matinal, seu mau humor com a minha bagunça… Amo sua sensibilidade, seu coração enorme, sua bondade, sensualidade, senso de humor pateta, calor… Paciência. Ele é meu anjo, meu menino grande, meu porto seguro, meu consultor sentimental, meu vida… Te amo, baby. Você sabe que é tudo pra mim.