Phoenix Criminal Lawyer


Archive for July, 2007

Aprenda sempre

July 31st, 2007

Sim, você pode interpretar essa frase de maneira simbólica. Mas é muito mais interessante se você considerá-la literal. Ok, aprendemos todos os dias, a experiência da vida é algo que não se aprende em escola alguma, bla bla bla… Mas aprender algo é mais interessante se seguirmos alguns moldes tradicionais. Grupos, por exemplo. Fazer um curso é uma maneira maravilhosa de aprender e, ao mesmo tempo, conhecer pessoas que têm alguma coisa em comum com você.  Sem contar que ocupar o tempo com algo que se tenha interesse de verdade é estimulante e anti-stress.

Se você acha que sabe tudo, bem, nem me leia. Mas se você é alguém que sempre sonhou em aprender alguma coisa, já tem meio caminho andado. Pior é a pessoa que não se interessa por nada. Geralmente, a depressão a dominou. Mas se o seu caso é apenas tédio com as atividades usuais, drible a rotina aprendendo aquilo que vai enriquecer não apenas seu currículo, mas também a sua vida!

 Coisas que aprendi para enriquecer a vida: dança (ballet, jazz), animação 2D, mangá, jardinagem (bonsai), pintura, culinária, “blogar”…

Que frio desgraçado!

July 30th, 2007

Olha, que tal um aquecimentozinho global essa semana? Se um dia as calotas polares derreterem, Minas Gerais vai ter praia? Que adiantou para o turismo no Brasil vender a imagem do Rio de Janeiro nos jogos Panamericanos durante o inverno? Por que, Deuses, São Paulo está tão gelada nesse inverno?

Passado

July 30th, 2007

De repente, estava num lugar estranho, chão coberto por areia e sujeiras indefiníveis. Pessoas vestidas à maneira do oriente médio. Talvez estivesse sonhando com o Afeganistão, por que tinha lido o “Caçador de pipas” e “O livreiro de Cabul” na última semana. Era um sonho. Resolveu ver o que acontecia…

Andou pela rua, a luz do Sol era amarela e forte. Não sentia cheiro algum. Ouvia um ruído estranho, talvez o ronco do marido ou o barulho na rua que chegasse até seu subconsciente. Viu uma tenda de trapos claros, parecia coisa cigana, mas se ali era o oriente médio, tendas eram comuns. Parou em frente e esperou. Observou que em volta estava crescendo rapidamente um espaço gramado e pássaros tropicais voavam para as árvores que surgiam em volta da tenda. Era como se ela estivesse emanando vida. Vegetação e fauna pareciam crescer enquanto ela observava uma pequena abertura na tenda.

Uma menina, ela mesma quando era menina, olhou em seus olhos e chamou em sua mente. Não mexeu os lábios. Disse apenas “-Entre!”. Só para ela, só na cabeça dela… E ficou esperando com a mãozinha estendida… Seus olhos, seus próprios olhos com sete anos de vida, cheios de confiança e um sorriso de quem esconde uma travessura fitavam seu futuro com a inocência da ignorância. Não parecia saber que aquela mulher seria ela, um dia.Sentiu uma tontura e tudo ficou mais escuro. Parecia entardecer de um minuto para o outro. A aurora roxa e cor de laranja cobriu o céu e um vento frio arrepiou sua nuca. Um calafrio ou uma intuição?

Lembrou de um outro sonho que teve na infância. Já esteve naquele lugar antes! Já tivera aquele sonho, mas não conseguia se lembrar de detalhes… Olhou para as próprias mãos e, num movimento comum aos seus momentos de introspecção, se fechou para pensar no que acontecia. Lembrou do sonho… Lembrou que fazia muito tempo. Sonhou que chegava sozinha àquela mesma tenda onde as coisas brotavam magicamente em volta. Sonhou que chorava por não encontrar sua mãe, sua casa. E, de tanto chorar e gritar, um homem saiu de dentro da tenda e a pegou no colo. Seus olhos eram acinzentados, num tom indefinível. Tinha o sorriso e a voz muito familiares. Cobriu-a com uma manta  branca, muito simples. Mais parecia um saco de pano, mas cheirava a flores. O mesmo cheiro de flores que suas roupas tinham na casa de sua mãe.

O homem a confortou em seu colo e disse. “-Você vai ter que esperar um pouco. Falta um bom tempo para ela chegar”. E então esperou. Pareceram dias, mas foi o sonho de uma noite na infância. Certo dia, a tal mulher chega e o homem pede que a receba em frente à tenda. Quando entram na tenda… Um branco… Não consegue lembrar mais do homem ou do aconteceu depois… Olha em volta e se vê menina, esperando com a mãozinha estendida.

Segurando a mão dela mesma menina, entra na tenda e se encontra rodeada por uma floresta tropical exuberante. Era como se não estivesse mais no oriente médio e tivesse sido levada para um tipo de Éden do mundo dos sonhos. O tal homem que a pegou no colo em seu sonho de menina estava em pé, próximo a uma mesa onde um banquete estava servido. A esperava… Sorriu com olhos e estendeu a mão para acomodá-la na cadeira principal, na cabeceira da mesa.

Sentaram-se todos e o homem começa uma conversa:

-         Enfim, vocês estão juntas.

-         Mas, não somos a mesma… ?

-         Não mais. Não concorda?

-         Sim, eu cresci, tive experiências e me tornei uma mulher.

-         Não, você não se tornou a mulher que ela imagina que vai se tornar…

-         Ah, sim. Não me tornei a cantora mais famosa do mundo, mas sou o que pude ser. As coisas na minha vida não foram fáceis. Eu não pude estudar muito e tive de trabalhar desde os treze anos, eu não podia…

-         Você não se tornou o que ela imaginava. Ela só imaginava que seria feliz para sempre. Ela não tinha tudo o que queria, mas sabia ser melhor do que você é hoje. Por isso, vamos tirá-la de você.

-         Como assim? Não podem tirar de mim o que eu fui. Quem eu era… Eu sou ela, não tem como ficarem com ela. Isso é só um sonho idiota!

-       Sim, talvez. Mas quando você acordar, não se lembrará mais de como era ser essa menina, e vai ser apenas toda a tristeza que enxerga em si. Você não vai mais ter o refúgio nas lembranças. Vai se esquecer de como é subir numa árvore e comer fruta, fazer panelinhas de barro, cavalinhos de batata, buquê de mato para enfeitar casinhas imaginárias. Vai esquecer da alegria que era ter criatividade e ser feliz com o que tinha. Diga adeus para essa menininha….

Agora .com

July 24th, 2007

Pois é! Eu gastei uma fortuna (sic!) e agora tenho um domínio .com enquanto eu pagar, claro. Resolvi fazer isso para condensar minhas tranqueiras num lugar só, assim fica mais fácil de me acompanhar…

Quero melhorar esse layout pobre, mas ainda não sei como… Vou procurar tutoriais (adoro essa palavra!) e deixar as coisas aqui mais bonitinhas, eu prometo!

Preciso falar da licença maternidade que eu me dei. Parei a faculdade e saí do meu antigo emprego por que meu filhote nasceu. Mas como tudo não pode parar por que meu príncipe veio ao mundo, dia 16 estou de volta às aulas e de volta à rotina de escrever, pesquisar, conhecer e dar showzinho pelo meu novo espaço.

Passar esse semestre sendo apenas mãe foi delicioso, mas ao mesmo tempo senti muita vontade de escrever… Não me torturei quando as idéias apareceram e eu não anotei. Pensei: “É bom apenas ter idéias, não me apegar à elas e deixá-las mudarem e se tornarem outras idéias, até mesmo sumirem… Não corri para o computador e espanquei o teclado, não desenhei em papel de embrulho, não pintei muito (só uma tela para a Nanda, filha do meu primo, que nasceu dia 23 de abril.), não inventei nada… Apenas curti o momento, que passa muito, muito rápido.

Comecei escrever sobre Maternidade (ok, eu sei que uma porrada de mãe da era cibernética fez também)  e quero seguir escrevendo sobre isso enquanto eu for mãe. É, vai ser muito tempo… Está ali, na categoria homônima.

Na categoria Bichanos, quero falar mais sobre coisas que vi acontecerem e também dar uma pesquisada sobre raças, doenças e etc.

Vou me dedicar mais ao ato de meter o bedelho na vida alheia na categoria Conselhos Inúteis e vou queimar mais neurônios para me dedicar aos Contos. Os poeminhas não posso prometer assiduidade por que eles são como vômitos: saem quando querem. Acompanhem na categoria Versos.

Agora também publicarei na categoria Telas minhas aventuras pelo mundo das tintas e pincéis. E na categoria Brisas, bem… O nome já diz tudo.

Até mais. Eu prometo que vou atualizar toda semana. Parece campanha política, né? Mas eu jamais me candidataria à nada… Um dia, vou dominar o mundo à força! Fica vendo…

Ayeka - óleo sobre tela - 2006

July 24th, 2007

ayeka.JPG 

60cm X 60cm Com moldura - Lance inicial R$ 200,00

Américo e Thomas - Aquarela sobre tela - 2007

July 24th, 2007

americo-e-thomas.JPG

MEU!!!

O abraço - Acrílico sobre tela - 2006

July 24th, 2007

o-abraco.JPG

VENDIDO

Nanda - Óleo sobre tela - 2007

July 24th, 2007

nanda.JPG

 

VENDIDO

Mu Lan - Óleo sobre tela - 2005

July 24th, 2007

mu-lan.jpg

 

VENDIDO

Cuide da sua vida!

July 24th, 2007

Ok, se eu realmente seguisse esse conselho ao pé da letra não estaria aqui publicando conselhos para a vida alheia. Mas o que eu quero dizer é para que não espalhe fofoca, não pergunte coisas sobre a vida alheia que não dizem lhe dizem respeito. Viva e deixe morrer. Por exemplo: não interessa pra quem fulana está dando ou quem está comendo quem na sua empresa; se alguém da sua família largou a mulher ou perdeu o emprego (a menos que você esteja interessado na mulher largada ou possa arrumar outro emprego pro desempregado), se fulana não impõe limites aos filhos ou não limpa a própria casa como deveria, se beltrano falou pro ciclano tal coisa sobre o fulano e por aí vai….

Se as pessoas não cuidassem da vida alheia e prestassem mais atenção nas próprias vidas, muita energia seria poupada, muita intriga seria evitada e seria mais fácil conviver em sociedade. Às vezes me acho anti social por que me afasto das pessoas. Mas já notei que sempre me afasto de pessoas que gostam de falar sobre a vida de outras pessoas. Não sei… De repente, me parece que, para uma pessoa falar mais da vida alheia que da própria vida, é por que esta deve ser uma bosta. E, como diz mi madrezita muy hermosa, QUEM FALA DOS OUTROS PARA VOCÊ, FALA DE VOCÊ PARA OS OUTROS !!!

Eu já fui do tipo que repetia: Falem mal, falem de mim, só não falem pra minha mãe. Hoje em dia, prefiro que não falem nada, a menos que seja para acrescentar algo útil em minha vida.