Olha só que irresponsável
Nem estava tão doente, um resfriado
E falta com os compromissos que não marcou
Para ficar consigo
Para dançar a alegria de estar em si
Uma assinatura e legaliza seu crime
Faz isso porque não gosta de seu trabalho
Não gosta de se submeter àquela repetição
Triste, sim e… necessário.
Quem nunca o fez? Quem nunca fugiu?
Mas sabe que foge além da conta
Pensa: vão me demitir!
E daí? Eu não vou morrer por isso.
E sempre pensava isso:
Eu não vou morrer por isso!
Já teve fases de ansiar pela derradeira…
E, talvez por isso, a respeitasse.
Se não mata, não importa.
Mas importa, sim.
Sua mãe liga e traz o sentimento de culpa
Irresponsável
Ninguém mais tem o direito de ser
Ou só quem realmente conhece a dor
E o prazer da liberdade
Abr 03
Abril 3rd, 2006 at 3:15 pm
Convenções da sociedade,
cárcere invisível,
só os visionários é quem sabem.
Gaiola dos sonhadores,
chibata no lombo
de uma rua infinita.
Fugir?
quem não fugiu?
sonhar trilhar o infinito?
quem já sonhou?
Se sonhou…
…me compreenderás.
Abril 4th, 2006 at 9:43 am
O pudor se confunde com a marionete mais desfigurada de todas: A máquina infernal que destrói sonhos pela própria limitação.
Um beijo nega. Força na peruca!
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